AdaptamenteNR1

Diagnóstico e tratamento de riscos psicossociais

Entenda como a Adaptamente avalia, trata e comprova a gestão de riscos psicossociais exigida pela NR-1. E promove saúde mental corporativa para todos.

Escolha a sua profundidade

Este documento foi construído em três camadas, da mais direta à mais técnica. Você pode ler tudo — ou mergulhar direto na profundidade que interessa a você.

Superfície · 0 m

O essencial, direto ao ponto.

Tudo o que você precisa saber em uma leitura de poucos minutos.

Mascote Adaptamente descansando tranquilo em uma boia salva-vidas na superfície do mar

Por que isso chegou até você

+472 milafastamentos por transtornos mentais concedidos em um único ano no Brasil — recorde histórico.

Diante desse problema, a lei mudou. E a pergunta vai ser: o que a sua empresa tem para provar que educou e protegeu os colaboradores antes do dano acontecer?

Desde a nova NR-1, identificar, avaliar e gerenciar riscos psicossociais deixou de ser diferencial e virou obrigação legal — e remediar depois custa muito mais caro do que prevenir agora.

NR-1Portaria MTE 1.419/2024

O que a Adaptamente entrega, em uma página

Um ciclo completo e contínuo, dentro de uma única plataforma:

ciclo contínuo · PDCA vivo 1 Diagnóstico 2 Matriz de riscos 3 Plano de ação 4 Intervenções 5 Prova de eficácia

Diagnóstico, tratamento e prova — integrados numa só plataforma, com controle total do processo, de ponta a ponta.

Painel de conformidade NR-1 da plataforma Adaptamente, mostrando índice de conformidade, requisitos atendidos e checklist de requisitos
Conformidade e evidência
Painel de gestão de jornadas da plataforma Adaptamente, com status por departamento e detalhe de uma jornada de prevenção ao assédio
Gestão das jornadas
Tela mobile do colaborador na plataforma Adaptamente, com jornadas e um quiz gamificado em andamento
Experiência do colaborador

Padrão-ouro, sem alarmismo

Nosso diagnóstico usa metodologia internacionalmente consagrada — e vai além dela, cobrindo integralmente os fatores de risco listados pelo Ministério do Trabalho. É como usar 120% do protocolo de referência.

Não procuramos pelo em ovo.

O diagnóstico é feito para detectar tudo, mas é calibrado para não gerar alarde:

  • calibragem de riscos com embasamento sólido em literatura científica, sem excessos;
  • mecanismos de proteção contra falsos positivos e distorções;
  • metodologia reconhecida, com equilíbrio para detectar riscos de forma eficiente, mas sem exageros.

Robusta em qualquer escala

Da PME à grande operação com milhares de colaboradores e dezenas de setores, o gerenciamento é o mesmo: simples, centralizado e sem sobrecarregar o RH. A aplicação é inteligente e de baixa fricção — mobilizamos só quem realmente precisa.

AdaptamenteSoluções desordenadas
Mobiliza só quem precisaMobilizam quem não precisa
Gerenciamento centralizadoDifíceis de gerenciar
Baixa fricção, sem desperdícioGastam tempo e orçamento
Intervenções certas, priorizadas pelo risco realConfundem o que a NR-1 exige e ignoram prioridades

Proteção que vai além do MTE

A adequação à NR-1 é o começo, não o fim. A Adaptamente constrói uma camada de compliance que protege a empresa perante o MTE, a Justiça do Trabalho e o MPT: trilha de auditoria automatizada e consultável a qualquer momento, certificados de conclusão das jornadas como prova documentada de capacitação — tudo dentro da LGPD.

O útil junto do agradável: transformando uma obrigação legal em benefícios ao colaborador
  • Solução de compliance que também promove saúde mental e bem-estar corporativo;
  • Jornadas gamificadas que geram pontos conversíveis em milhas aéreas, vouchers, descontos e mais prêmios.
Mascote Adaptamente usando um laptop, representando o acesso à plataforma de bem-estar
Bem-estar, na palma da mão
  • Jornada de apoio à ansiedade
  • Jornada de equilíbrio contra o burnout
  • Jornada de gerenciamento do estresse
  • Jornada de combate à procrastinação
Ícones de marcas parceiras — Uber, Airbnb, Renner, Petz, Outback, Cinemark, Azul — resgatáveis com os pontos do programa
Prêmios reais, de marcas reais
  • Pontos para passagens aéreas na Azul
  • Pontos para compras em e-commerces como Magazine Luiza, Casas Bahia e mais
  • Ingressos de cinema
  • Hospedagens no Airbnb, e muito mais

Superioridade testada.

Não por acaso, nosso tipo de solução figura no topo do ranking de intervenções organizacionais mais eficazes do McKinsey Health Institute. Nossas jornadas de intervenção e aprendizado alcançam taxas de engajamento 3x maiores comparadas a treinamentos tradicionais.

Primeiro mergulho · −10 m

Como funcionam o diagnóstico e o tratamento

Vamos aprofundar. Aqui entramos na metodologia de forma geral, em linguagem clara.

Mascote Adaptamente mergulhando com snorkel e máscara na testa, cercado por poucos peixes

O que a norma exige — e o que ela não exige

A avaliação de riscos psicossociais integra o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) e alimenta o PGR da empresa.

O MTE não fixa nem recomenda uma metodologia específica — exige que ela seja reconhecida e tecnicamente fundamentada.

Essa liberdade é uma responsabilidade: a qualidade da sua adequação depende inteiramente da robustez do método escolhido. É exatamente aí que a Adaptamente se diferencia.

NR-1 · GRO/PGRGuia MTE

Os instrumentos: um questionário, dois protocolos

Nosso diagnóstico une, em um único questionário anônimo, dois protocolos internacionalmente consagrados: o HSE Management Standards Indicator Tool (HSE-IT), do órgão britânico de saúde e segurança ocupacional, como base principal — e o S-NAQ, referência internacional em mensuração de assédio moral, como bloco complementar.

A escolha não é arbitrária. O próprio guia do MTE cita diretamente a ISO 45003, norma internacional de gestão de riscos psicossociais, como referência de classificação. E, entre as ferramentas reconhecidas, a Adaptamente escolheu o HSE-IT — validado internacionalmente e no Brasil — precisamente porque mede os fatores que o guia do MTE elenca: demandas, controle, apoio, relacionamentos, clareza de papel e gestão de mudanças.

HSE-ITS-NAQISO 45003

Anonimato e LGPD

As respostas do diagnóstico são 100% anônimas: a plataforma devolve apenas estatísticas agregadas por setor, com salvaguardas que impedem a identificação em grupos pequenos. Ninguém — nem o RH, nem a diretoria — sabe quem respondeu o quê.

Lado A · Diagnóstico 100% anônimo Respostas íntimas de saúde mental Devolve só estatística por setor MTE · ISO 45003 · LGPD parede de vidro Lado B · Execução 100% identificado Jornadas, notas, evidências Audit trail + certificados Constrói a blindagem jurídica

As duas camadas nunca se cruzam: o lado que prova que o treinamento aconteceu não conversa com o lado que guarda as respostas sigilosas. Isso não é só conformidade com a LGPD — é qualidade de dado. Quem confia no sigilo responde a verdade, e um diagnóstico só vale alguma coisa se as respostas forem verdadeiras.

Os riscos mapeados — e por que esses

O questionário cobre os fatores de risco psicossocial listados no guia oficial do MTE:

  • sobrecarga e ritmo de trabalho
  • baixa autonomia
  • falhas de comunicação e apoio
  • conflitos interpessoais
  • assédio
  • falta de clareza de papel
  • má gestão de mudanças
  • injustiça organizacional
  • baixas recompensas
  • exposição a eventos traumáticos

Cada fator medido tem ancoragem direta na lista oficial — nada sobra, nada falta.

O que a sua empresa recebe

Um relatório completo de avaliação: matriz de riscos por setor, inventário de perigos, classificação fundamentada de cada fator e trilha de evidência pronta para compor o PGR — o documento que a fiscalização pede.

E, conforme as jornadas de treinamento avançam, a plataforma emite certificados de conclusão: prova documental de que a capacitação não foi apenas contratada, mas realmente realizada, colaborador a colaborador.

Do diagnóstico ao tratamento

Diagnóstico sem tratamento é só papel. A partir da matriz de riscos, aplicamos intervenções aos riscos identificados por meio de jornadas gamificadas e microlearning que integram o plano de ação. Ao serem concluídas, essas jornadas geram provas documentais e certificados de conclusão — organizadas segundo a Hierarquia de Controles da segurança do trabalho:

PRIMÁRIA SECUNDÁRIA TERCIÁRIA na fonte do risco coletivo do setor aberta a todos
Primária · na fonte

Vão à fonte do risco: oferecem opções amplas de intervenções na organização do trabalho, de fácil implementação e alta flexibilidade, gerando prova documental de implementação para anexar ao PGR. São jornadas atribuídas que mobilizam apenas o gestor do setor que apresentou o risco.

Secundária · coletivo

Treinamento e conscientização coletiva, percorrida por todos os integrantes — mas apenas do setor que apresentou o risco a ser tratado. A conclusão gera certificados de conclusão, armazenados em arquivo.

Terciária · apoio a todos

Jornadas de saúde mental, bem-estar e alívio de estresse, disponíveis em catálogo aberto a todos os colaboradores interessados, de qualquer setor. Construídas por profissionais do Hospital Albert Einstein e do CBMEV (Colégio Brasileiro de Medicina do Estilo de Vida).

Todas as jornadas são embasadas em artigos científicos e dados de pesquisa, inspiradas nos métodos com melhores evidências e maior facilidade de implementação. Usamos como referência a ISO 45003 — que inspirou e é citada nos guias do MTE — e o ranking das melhores intervenções organizacionais do McKinsey Health Institute.

Toda jornada percorrida, de qualquer tipo, gera pontos resgatáveis — transformados em milhas, vouchers, descontos e prêmios.

As profundezas · −40 m

A metodologia em detalhe

A área dos especialistas em saúde ocupacional. Aqui vamos adentrar nos instrumentos, metodologia, cálculo de riscos e fundamentação científica.

Mascote Adaptamente mergulhando nas profundezas com cilindro, entre corais e uma baleia serena ao fundo

Arquitetura metodológica

O núcleo do instrumento é o HSE-IT aplicado na íntegra, preservando as escalas originais dos seus domínios (Demands, Control, Managers' Support, Peer Support, Relationships, Role, Change), complementado por baterias adicionais desenhadas para cobrir integralmente o rol de fatores do guia do MTE. O resultado por fator e por setor alimenta uma matriz de severidade × probabilidade.

Uma decisão de desenho que antecipamos, porque costuma gerar dúvida: a severidade é classificada como alta por definição para os fatores psicossociais avaliados. Não é excesso de zelo — é aplicação direta da NR-1, que determina que a severidade considere a consequência de maior magnitude possível do dano, e não a mais provável (itens 1.5.4.4.2 e 1.5.4.4.4.1). A graduação do risco, portanto, é conduzida pelo eixo de probabilidade, apurado estatisticamente — o que evita tanto a banalização quanto o inflacionamento artificial dos resultados.

← severidade fixada em ALTA (consequência de maior magnitude) AltaMédiaBaixa SEVERIDADE BaixaMédiaAlta PROBABILIDADE — apurada estatisticamente o risco final varia ao longo desta linha, conforme os dados do setor

Benchmarking por percentis

A classificação de cada fator não é arbitrária nem baseada em impressão: compara a média setorial observada com os benchmarks de percentil publicados por Edwards & Webster (2012) para o HSE-IT, derivados de amostras normativas de larga escala. Em termos conceituais, resultados acima do percentil superior de referência indicam condição favorável; abaixo do percentil inferior, condição desfavorável — com uma faixa intermediária de atenção.

P25 P75 Desfavorável Atenção Favorável média do setor comparada aos benchmarks normativos do HSE-IT

Os pontos de corte específicos adotados ficam documentados no relatório técnico entregue ao cliente.

Escalas invertidas

Domínios em que a pontuação alta indica condição desfavorável (como demandas e conflitos interpessoais) passam por espelhamento aritmético antes da comparação com o benchmark, preservando a direção interpretativa uniforme de todo o instrumento — pontuações maiores sempre significando condição melhor. É um cuidado psicométrico básico, mas frequentemente negligenciado em adaptações informais de questionários, e uma fonte comum de diagnósticos invertidos em soluções sem rigor técnico.

Nota técnicaAssédio moral

Aqui abandonamos deliberadamente os itens autorrotulados ("você sofre assédio?") em favor de uma bateria comportamental: nove itens derivados da estrutura do NAQ-R (Einarsen, Hoel & Notelaers, 2009), cobrindo as facetas de atos negativos relacionados ao trabalho, direcionados à pessoa e de exclusão social, com âncora temporal de seis meses. A literatura é consistente em apontar que a mensuração comportamental reduz o viés de subnotificação típico da autorrotulação — a pessoa reconhece o ato antes de reconhecer o rótulo.

O critério de frequência semanal de Leymann (1990; 1996) é o marco fundador da área e informa a sinalização de casos individuais; registramos, por honestidade metodológica, que o estado da arte evoluiu para pontos de corte derivados estatisticamente sobre o NAQ-R, e nossa calibração acompanha essa evolução. As faixas de prevalência setorial dialogam com a meta-análise de Nielsen, Matthiesen & Einarsen (2010).

Um diferencial de desenho: mesmo quando o risco setorial agregado resulta baixo, a ocorrência individual sinalizada gera nota qualitativa no relatório — porque assédio não é fenômeno de média, e uma única ocorrência merece apuração. É a materialização do equilíbrio que prometemos na superfície: sem subnotificação e sem alarmismo, com apuração complementar como obrigação de meio.

NAQ-R · Einarsen et al. (2009)Leymann (1990;1996)Nielsen et al. (2010)

Nota técnicaEventos traumáticos

O guia do MTE inclui a exposição a eventos traumáticos no rol exemplificativo de fatores de risco — mas não existe, para esse fator, um instrumento internacional único e padronizado equivalente ao HSE-IT. Por isso a Adaptamente desenvolveu itens próprios de rastreio, com critério de classificação baseado em prevalência setorial e a mesma lógica de nota qualitativa para ocorrências individuais. É parte do que chamamos de cobertura de 120%: o protocolo consagrado na íntegra, mais o que ele não alcança.

Nota técnicaJustiça organizacional

Mesma lógica: fator listado pelo MTE, sem instrumento internacional padronizado único. Nossos itens de percepção de justiça — critério próprio, externo ao HSE-IT — avaliam a equidade percebida em decisões, reconhecimento e tratamento, com classificação por régua própria documentada no relatório técnico.

Nota técnicaBaixas recompensas

Fator igualmente exemplificado pelo guia do MTE e coberto por itens proprietários, avaliando a percepção de desequilíbrio entre esforço e recompensa material e simbólica. Como nos demais fatores proprietários, a fundamentação e os critérios de classificação integram o relatório entregue.

Salvaguardas metodológicas

O sistema incorpora, por desenho, mecanismos de razoabilidade que protegem o diagnóstico contra distorções em ambas as direções: pisos mínimos de gatilho que impedem que respostas isoladas classifiquem um setor inteiro; tratamento diferenciado para setores com baixa adesão, com sinalização transparente em vez de supressão silenciosa; supressão automática de resultados em setores pequenos demais para garantir o anonimato; e travas contra padrões de resposta indicativos de má-fé ou desatenção. O resultado é um diagnóstico que resiste tanto à acusação de alarmismo quanto à de complacência.

Defesa metodológica, estatística, psicométrica e jurídica

O conjunto foi desenhado para resistir a escrutínio em quatro frentes:

  • Metodológicainstrumentos consagrados aplicados na íntegra, com adaptações documentadas e justificadas.
  • Estatísticaclassificação por comparação com benchmarks normativos publicados, não por julgamento subjetivo.
  • Psicométricaescalas validadas, direção interpretativa uniforme, mensuração comportamental onde a autorrotulação falha.
  • Jurídicaaderência estrita à NR-1 e ao guia do MTE, trilha de auditoria completa, e o compromisso — que sustentamos como construção doutrinária — de que a obrigação da empresa em matéria de riscos psicossociais é obrigação de meio: não se promete a ausência de risco, promete-se diligência demonstrável.

Não se promete a ausência de risco. Promete-se diligência demonstrável — e é isso que a plataforma documenta, passo a passo.

AdaptamenteNR1

De volta à superfície

No fim do mergulho, o que fica é a segurança de uma solução completa — do diagnóstico à ação, com ciência e geração de evidência.

Referências e fundamentação

  1. Brasil. Ministério do Trabalho e Emprego. Guia de Fatores de Riscos Psicossociais Relacionados ao Trabalho (2025), no contexto da Portaria MTE nº 1.419/2024.
  2. Brasil. Ministério do Trabalho e Emprego. Manual de Gerenciamento de Riscos Ocupacionais e PGR da NR-1.
  3. Fundacentro / MTE. Diretrizes para Aplicar a NR-1.
  4. Health and Safety Executive (UK). Management Standards Indicator Tool (HSE-IT).
  5. ISO 45003:2021 — Gestão de saúde e segurança ocupacional: riscos psicossociais.
  6. Edwards, J. A., & Webster, S. (2012). Psychosocial risk assessment: benchmarks of the HSE Management Standards Indicator Tool.
  7. Einarsen, S., Hoel, H., & Notelaers, G. (2009). Measuring exposure to bullying and harassment at work: the Negative Acts Questionnaire–Revised.
  8. Nielsen, M. B., Matthiesen, S. B., & Einarsen, S. (2010). The impact of methodological moderators on prevalence rates of workplace bullying: a meta-analysis.
  9. Leymann, H. (1990; 1996). Mobbing and psychological terror at workplaces.
  10. Lei nº 13.709/2018 — Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD).
  11. McKinsey Health Institute (2026). From potential to practical: fueling performance with proven workplace health interventions.
  12. E mais de 25 fontes bibliográficas científicas internacionais.

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