Entenda como a Adaptamente avalia, trata e comprova a gestão de riscos psicossociais exigida pela NR-1. E promove saúde mental corporativa para todos.
Este documento foi construído em três camadas, da mais direta à mais técnica. Você pode ler tudo — ou mergulhar direto na profundidade que interessa a você.
Tudo o que você precisa saber em uma leitura de poucos minutos.
Diante desse problema, a lei mudou. E a pergunta vai ser: o que a sua empresa tem para provar que educou e protegeu os colaboradores antes do dano acontecer?
Desde a nova NR-1, identificar, avaliar e gerenciar riscos psicossociais deixou de ser diferencial e virou obrigação legal — e remediar depois custa muito mais caro do que prevenir agora.
Um ciclo completo e contínuo, dentro de uma única plataforma:
Diagnóstico, tratamento e prova — integrados numa só plataforma, com controle total do processo, de ponta a ponta.
Nosso diagnóstico usa metodologia internacionalmente consagrada — e vai além dela, cobrindo integralmente os fatores de risco listados pelo Ministério do Trabalho. É como usar 120% do protocolo de referência.
Não procuramos pelo em ovo.
O diagnóstico é feito para detectar tudo, mas é calibrado para não gerar alarde:
Da PME à grande operação com milhares de colaboradores e dezenas de setores, o gerenciamento é o mesmo: simples, centralizado e sem sobrecarregar o RH. A aplicação é inteligente e de baixa fricção — mobilizamos só quem realmente precisa.
| Adaptamente | Soluções desordenadas |
|---|---|
| Mobiliza só quem precisa | Mobilizam quem não precisa |
| Gerenciamento centralizado | Difíceis de gerenciar |
| Baixa fricção, sem desperdício | Gastam tempo e orçamento |
| Intervenções certas, priorizadas pelo risco real | Confundem o que a NR-1 exige e ignoram prioridades |
A adequação à NR-1 é o começo, não o fim. A Adaptamente constrói uma camada de compliance que protege a empresa perante o MTE, a Justiça do Trabalho e o MPT: trilha de auditoria automatizada e consultável a qualquer momento, certificados de conclusão das jornadas como prova documentada de capacitação — tudo dentro da LGPD.
Não por acaso, nosso tipo de solução figura no topo do ranking de intervenções organizacionais mais eficazes do McKinsey Health Institute. Nossas jornadas de intervenção e aprendizado alcançam taxas de engajamento 3x maiores comparadas a treinamentos tradicionais.
Vamos aprofundar. Aqui entramos na metodologia de forma geral, em linguagem clara.
A avaliação de riscos psicossociais integra o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) e alimenta o PGR da empresa.
O MTE não fixa nem recomenda uma metodologia específica — exige que ela seja reconhecida e tecnicamente fundamentada.
Essa liberdade é uma responsabilidade: a qualidade da sua adequação depende inteiramente da robustez do método escolhido. É exatamente aí que a Adaptamente se diferencia.
Nosso diagnóstico une, em um único questionário anônimo, dois protocolos internacionalmente consagrados: o HSE Management Standards Indicator Tool (HSE-IT), do órgão britânico de saúde e segurança ocupacional, como base principal — e o S-NAQ, referência internacional em mensuração de assédio moral, como bloco complementar.
A escolha não é arbitrária. O próprio guia do MTE cita diretamente a ISO 45003, norma internacional de gestão de riscos psicossociais, como referência de classificação. E, entre as ferramentas reconhecidas, a Adaptamente escolheu o HSE-IT — validado internacionalmente e no Brasil — precisamente porque mede os fatores que o guia do MTE elenca: demandas, controle, apoio, relacionamentos, clareza de papel e gestão de mudanças.
As respostas do diagnóstico são 100% anônimas: a plataforma devolve apenas estatísticas agregadas por setor, com salvaguardas que impedem a identificação em grupos pequenos. Ninguém — nem o RH, nem a diretoria — sabe quem respondeu o quê.
As duas camadas nunca se cruzam: o lado que prova que o treinamento aconteceu não conversa com o lado que guarda as respostas sigilosas. Isso não é só conformidade com a LGPD — é qualidade de dado. Quem confia no sigilo responde a verdade, e um diagnóstico só vale alguma coisa se as respostas forem verdadeiras.
O questionário cobre os fatores de risco psicossocial listados no guia oficial do MTE:
Cada fator medido tem ancoragem direta na lista oficial — nada sobra, nada falta.
Um relatório completo de avaliação: matriz de riscos por setor, inventário de perigos, classificação fundamentada de cada fator e trilha de evidência pronta para compor o PGR — o documento que a fiscalização pede.
E, conforme as jornadas de treinamento avançam, a plataforma emite certificados de conclusão: prova documental de que a capacitação não foi apenas contratada, mas realmente realizada, colaborador a colaborador.
Diagnóstico sem tratamento é só papel. A partir da matriz de riscos, aplicamos intervenções aos riscos identificados por meio de jornadas gamificadas e microlearning que integram o plano de ação. Ao serem concluídas, essas jornadas geram provas documentais e certificados de conclusão — organizadas segundo a Hierarquia de Controles da segurança do trabalho:
Vão à fonte do risco: oferecem opções amplas de intervenções na organização do trabalho, de fácil implementação e alta flexibilidade, gerando prova documental de implementação para anexar ao PGR. São jornadas atribuídas que mobilizam apenas o gestor do setor que apresentou o risco.
Treinamento e conscientização coletiva, percorrida por todos os integrantes — mas apenas do setor que apresentou o risco a ser tratado. A conclusão gera certificados de conclusão, armazenados em arquivo.
Jornadas de saúde mental, bem-estar e alívio de estresse, disponíveis em catálogo aberto a todos os colaboradores interessados, de qualquer setor. Construídas por profissionais do Hospital Albert Einstein e do CBMEV (Colégio Brasileiro de Medicina do Estilo de Vida).
Todas as jornadas são embasadas em artigos científicos e dados de pesquisa, inspiradas nos métodos com melhores evidências e maior facilidade de implementação. Usamos como referência a ISO 45003 — que inspirou e é citada nos guias do MTE — e o ranking das melhores intervenções organizacionais do McKinsey Health Institute.
Toda jornada percorrida, de qualquer tipo, gera pontos resgatáveis — transformados em milhas, vouchers, descontos e prêmios.
A área dos especialistas em saúde ocupacional. Aqui vamos adentrar nos instrumentos, metodologia, cálculo de riscos e fundamentação científica.
O núcleo do instrumento é o HSE-IT aplicado na íntegra, preservando as escalas originais dos seus domínios (Demands, Control, Managers' Support, Peer Support, Relationships, Role, Change), complementado por baterias adicionais desenhadas para cobrir integralmente o rol de fatores do guia do MTE. O resultado por fator e por setor alimenta uma matriz de severidade × probabilidade.
Uma decisão de desenho que antecipamos, porque costuma gerar dúvida: a severidade é classificada como alta por definição para os fatores psicossociais avaliados. Não é excesso de zelo — é aplicação direta da NR-1, que determina que a severidade considere a consequência de maior magnitude possível do dano, e não a mais provável (itens 1.5.4.4.2 e 1.5.4.4.4.1). A graduação do risco, portanto, é conduzida pelo eixo de probabilidade, apurado estatisticamente — o que evita tanto a banalização quanto o inflacionamento artificial dos resultados.
A classificação de cada fator não é arbitrária nem baseada em impressão: compara a média setorial observada com os benchmarks de percentil publicados por Edwards & Webster (2012) para o HSE-IT, derivados de amostras normativas de larga escala. Em termos conceituais, resultados acima do percentil superior de referência indicam condição favorável; abaixo do percentil inferior, condição desfavorável — com uma faixa intermediária de atenção.
Os pontos de corte específicos adotados ficam documentados no relatório técnico entregue ao cliente.
Domínios em que a pontuação alta indica condição desfavorável (como demandas e conflitos interpessoais) passam por espelhamento aritmético antes da comparação com o benchmark, preservando a direção interpretativa uniforme de todo o instrumento — pontuações maiores sempre significando condição melhor. É um cuidado psicométrico básico, mas frequentemente negligenciado em adaptações informais de questionários, e uma fonte comum de diagnósticos invertidos em soluções sem rigor técnico.
Aqui abandonamos deliberadamente os itens autorrotulados ("você sofre assédio?") em favor de uma bateria comportamental: nove itens derivados da estrutura do NAQ-R (Einarsen, Hoel & Notelaers, 2009), cobrindo as facetas de atos negativos relacionados ao trabalho, direcionados à pessoa e de exclusão social, com âncora temporal de seis meses. A literatura é consistente em apontar que a mensuração comportamental reduz o viés de subnotificação típico da autorrotulação — a pessoa reconhece o ato antes de reconhecer o rótulo.
O critério de frequência semanal de Leymann (1990; 1996) é o marco fundador da área e informa a sinalização de casos individuais; registramos, por honestidade metodológica, que o estado da arte evoluiu para pontos de corte derivados estatisticamente sobre o NAQ-R, e nossa calibração acompanha essa evolução. As faixas de prevalência setorial dialogam com a meta-análise de Nielsen, Matthiesen & Einarsen (2010).
Um diferencial de desenho: mesmo quando o risco setorial agregado resulta baixo, a ocorrência individual sinalizada gera nota qualitativa no relatório — porque assédio não é fenômeno de média, e uma única ocorrência merece apuração. É a materialização do equilíbrio que prometemos na superfície: sem subnotificação e sem alarmismo, com apuração complementar como obrigação de meio.
O guia do MTE inclui a exposição a eventos traumáticos no rol exemplificativo de fatores de risco — mas não existe, para esse fator, um instrumento internacional único e padronizado equivalente ao HSE-IT. Por isso a Adaptamente desenvolveu itens próprios de rastreio, com critério de classificação baseado em prevalência setorial e a mesma lógica de nota qualitativa para ocorrências individuais. É parte do que chamamos de cobertura de 120%: o protocolo consagrado na íntegra, mais o que ele não alcança.
Mesma lógica: fator listado pelo MTE, sem instrumento internacional padronizado único. Nossos itens de percepção de justiça — critério próprio, externo ao HSE-IT — avaliam a equidade percebida em decisões, reconhecimento e tratamento, com classificação por régua própria documentada no relatório técnico.
Fator igualmente exemplificado pelo guia do MTE e coberto por itens proprietários, avaliando a percepção de desequilíbrio entre esforço e recompensa material e simbólica. Como nos demais fatores proprietários, a fundamentação e os critérios de classificação integram o relatório entregue.
O sistema incorpora, por desenho, mecanismos de razoabilidade que protegem o diagnóstico contra distorções em ambas as direções: pisos mínimos de gatilho que impedem que respostas isoladas classifiquem um setor inteiro; tratamento diferenciado para setores com baixa adesão, com sinalização transparente em vez de supressão silenciosa; supressão automática de resultados em setores pequenos demais para garantir o anonimato; e travas contra padrões de resposta indicativos de má-fé ou desatenção. O resultado é um diagnóstico que resiste tanto à acusação de alarmismo quanto à de complacência.
O conjunto foi desenhado para resistir a escrutínio em quatro frentes:
Não se promete a ausência de risco. Promete-se diligência demonstrável — e é isso que a plataforma documenta, passo a passo.
No fim do mergulho, o que fica é a segurança de uma solução completa — do diagnóstico à ação, com ciência e geração de evidência.
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